O lash lifting, ou lifting de cílios, é um procedimento estético que realça os cílios naturais, dispensa o uso diário de rímel e tem conquistado espaço nos salões e entre influenciadoras digitais. O procedimento é apontado como alternativa menos agressiva que a extensão de cílios e mais prática que o curvex.
Mas afinal, como funciona, quais são os cuidados necessários e o que dizem especialistas sobre seus riscos e benefícios?
O lash lifting é um procedimento estético voltado para a curvatura e elevação dos cílios naturais, com o objetivo de abrir o olhar sem o uso de curvex, máscara ou fios artificiais. A técnica, realizada com produtos químicos específicos, altera temporariamente a estrutura dos fios, moldando-os para cima, desde a raiz.
O método tem ganhado popularidade entre pessoas que buscam uma alternativa natural às extensões, especialmente por não exigir manutenção frequente.
O procedimento é feito em ambiente profissional, com produtos próprios para uso oftálmico. A técnica inclui as seguintes etapas:
Higienização: limpeza completa dos fios e da área dos olhos, removendo resíduos de maquiagem e oleosidade.
Fixação dos cílios: um molde de silicone é posicionado nas pálpebras, e os cílios são colados individualmente a ele.
Aplicação dos produtos: um creme é aplicado para “quebrar” a estrutura dos fios e permitir a modelagem. Em seguida, um segundo produto fixa a nova forma dos cílios.
Tintura (opcional): Pode ser aplicada uma tintura para escurecer os fios, dispensando o uso de rímel.
Hidratação: Os cílios recebem um tratamento nutritivo para evitar ressecamento ou quebra.
Todo o processo dura entre 45 e 90 minutos, e os resultados costumam durar de 6 a 8 semanas, dependendo do ciclo de crescimento dos fios.
Especialistas alertam que, apesar de seguro quando realizado corretamente, o lash lifting envolve o uso de produtos químicos próximos aos olhos, o que exige atenção e preparo técnico.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), procedimentos na área ocular devem sempre ser realizados por profissionais qualificados e com produtos testados e liberados por órgãos como a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no Brasil ou a FDA nos Estados Unidos.
Entre as contraindicações, estão:
Presença de infecções oculares (como conjuntivite ou blefarite);
Histórico de alergia a cosméticos;
Pós-operatório recente na região dos olhos;
Gestantes e lactantes (recomenda-se autorização médica).
Fonte: RICTV 
Karoline
Foto: Ilustração/Freepik

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