A morte do cantor Netinho, aos 60 anos, nesta terça-feira (13), chamou a atenção para o linfoma não Hodgkin de células B, tipo de câncer que afeta os linfócitos B, células do sistema imunológico responsáveis por combater infecções.
A doença ocorre quando essas células passam a se multiplicar de forma descontrolada e pode atingir os gânglios linfáticos, o baço, o fígado e a medula óssea. Existem diferentes subtipos, alguns de evolução rápida e outros mais lenta.
Entre os principais sintomas estão o aumento indolor dos gânglios, febre sem causa aparente, suor intenso durante a noite, perda de peso inexplicável e cansaço persistente. A confirmação do diagnóstico é feita principalmente por biópsia, acompanhada de exames para avaliar a extensão da doença.
O tratamento varia conforme o tipo de linfoma e as condições do paciente, podendo incluir quimioterapia, imunoterapia e medicamentos direcionados. Em casos específicos, também podem ser utilizadas terapias avançadas, como a CAR-T e o transplante de células-tronco.
Embora seja uma doença grave, muitos pacientes podem alcançar a cura. O diagnóstico correto, a identificação do subtipo e o acompanhamento especializado são fundamentais para definir o tratamento e as possibilidades de recuperação.
Foto: Reprodução: Instagram @netinhooficialbrasileiro

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