Homem ferido em explosão de celular segue em estado grave no Hospital Universitário

Foto: TNOnline

Um morador de Apucarana, de 39 anos, permanece internado em estado grave no Hospital Universitário (HU) de Londrina após sofrer queimaduras graves provocadas pela explosão de um celular enquanto o aparelho estava sendo carregado na tomada. O caso ocorreu no último dia 17, na residência da vítima, localizada na Rua Manoel Bernardo dos Reis, no Distrito de Vila Reis.

Segundo informações da assessoria do hospital divulgadas nesta quinta-feira (27), o paciente passou por cirurgia e segue sob monitoramento intensivo da equipe médica especializada em queimaduras.

O acidente aconteceu quando o homem usava o celular conectado à rede elétrica. O aparelho explodiu, dando início a um princípio de incêndio. As chamas se espalharam rapidamente, atingindo as roupas do morador e a cama onde ele estava.

A rápida intervenção de um vizinho, o segurança Francisco Marcílio Batista, foi fundamental para evitar consequências ainda mais graves. Ele ouviu gritos de socorro, percebeu as chamas pela janela e utilizou uma mangueira de jardim para apagar o fogo no corpo da vítima e conter o foco no quarto, impedindo que as labaredas atingissem o forro de madeira da casa.

Após o controle inicial do incêndio, equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros chegaram ao local para prestar os primeiros socorros. Dois caminhões de resgate foram mobilizados para garantir a segurança da ocorrência.

Inicialmente, o homem foi encaminhado ao Hospital da Providência, em Apucarana. Devido à gravidade das lesões, ele foi transferido ainda na segunda-feira para o centro de referência em queimados do HU de Londrina, onde permanece internado em estado grave.

O caso serve de alerta para os riscos do uso de aparelhos eletrônicos durante o carregamento, especialmente quando conectados à tomada. O hospital informou que o quadro do paciente ainda inspira cuidados e que novas informações serão divulgadas conforme a evolução clínica.


Fonte: TN