Os pais de um menino de 3 anos que morreu afogado em uma fazenda do cantor Amado Batista, em Goianápolis (GO), relataram à Justiça que foram demitidos cerca de dois meses após a tragédia, o que teria agravado o sofrimento da família. O caso ocorreu em maio de 2022, quando o casal trabalhava como caseiro na propriedade e a criança caiu na piscina.
Na sentença, o juiz destacou que os pais seguiram no emprego por mais de três meses após o acidente e que não ficou comprovado o motivo da demissão. A defesa do cantor afirmou que não comentará as alegações, mas reforçou que vai recorrer da condenação.
A Justiça condenou Amado Batista a pagar indenização superior a R$ 450 mil e pensão mensal aos pais da criança. O juiz apontou responsabilidade compartilhada, com 70% atribuída ao cantor e 30% aos pais, entendendo que houve falhas na supervisão da criança. A defesa contesta a decisão e alega falta de provas e cerceamento de defesa.
Fonte: G1
Foto: Reprodução/Redes Sociais

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