Após uma sequência de duas quedas consecutivas, o preço do cacau ensaiou reação na bolsa de Nova York. Os contratos da amêndoa para setembro fecharam em alta de 1,84%, para US$ 3.868 a tonelada.
O site “Mercado do Cacau” avalia que o os preços da amêndoa passam por um período de pressão no curto prazo, devido aos números de oferta da Costa do Marfim, maior produtor mundial de cacau.
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No acumulado da safra 2025/26 até o dia 7 de junho, as entregas de cacau aos portos marfinenses somaram 1,95 milhão de toneladas, alta de 18,9% em comparação com o mesmo período da temporada anterior.
“Além da revisão da safra, o retardamento dos efeitos negativos do fenômeno El Niño sobre as lavouras têm favorecido a produção e ampliado a oferta disponível para exportação”, ressaltou a publicação.
Café
O preço do café voltou a subir em Nova York, mesmo com o aumento das exportações do Brasil, maior fornecedor mundial do grão. Os lotes do arábica para setembro fecharam em alta de 1,26%, a US$ 2,5340 a libra-peso.
A oscilação do café aconteceu mesmo diante do aumento das exportações do Brasil. O país embarcou 3,089 milhões de sacas de 60 quilos em maio, volume 3,6% superior ao registrado no mesmo mês de 2025, segundo dados Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).
Apesar do aumento na oferta, o mercado ainda vê preocupação com o andamento da colheita no Brasil, diante do atraso nos trabalhos provocado pelas chuvas em algumas áreas produtoras.
Açúcar
O preço do açúcar registrou leve baixa na sessão. Os lotes do demerara para outubro registraram baixa de 0,77%, a 14,23 centavos de dólar a libra-peso.
Suco de laranja
O suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) fechou a sessão com preços em queda. Os contratos para julho tiveram baixa de 1,51%, a US$ 1,6330 a libra-peso.
Algodão
O preço do algodão registrou leve alta na bolsa de Nova York. Os lotes com vencimento em julho avançaram de 0,62%, a 72,94 centavos de dólar a libra-peso.
Fonte: Globo rural
Foto: Nestlé/Divulgação

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