A CGN recebeu vídeos com depoimentos de moradores de outras cidades do Paraná que também dizem ter sido vítimas do suposto golpista das semijoias, caso trazido nesta terça-feira (12) pela CGN. Com medo, uma das vítimas preferiu não se identificar.
Todas elas relatam o mesmo modus operandi do homem que entrega um mostruário de semijoias, faz as vendedoras assinarem uma promissória e – mesmo depois da devolução do catálogo – ele entra com processos na justiça para penhorar bens das vítimas em troca de dívidas que sequer existiriam.
As vítimas que falam no vídeo desta reportagem são de Marechal Cândido Rondon, Maringá e Foz do Iguaçu.
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Medo e ameaças
Em Foz do Iguaçu, vítimas dizem que chegaram a ter medo de denunciar o caso.
Uma mulher, que prefere não se identificar, afirma que foi intimidada. Outra vítima da cidade relata que devolveu os mostruários no mesmo dia em que decidiu parar de vender, mas ainda assim passou a responder judicialmente por mais de R$ 20 mil.
“Eu quero justiça. Ele levou as pastas embora e hoje diz que nós ficamos com elas.”
Denúncias se espalham pelo estado
Leandro, morador de Maringá, afirma que nunca sequer vendeu semijoias e, mesmo assim, acabou processado.
“Nunca tive negócio nenhum com ele. Nunca assinei promissória. E ele está me cobrando quase R$ 8 mil.”
Já Elza Souza, de Marechal Cândido Rondon, gravou um vídeo alertando outras mulheres.
“Tem pessoas que perderam carro, lote, casa, móveis. Não caiam nisso. Esse golpe da venda de semijoias é uma farsa.”
Fonte: CGN
Foto: CGN

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