Tiveram início, nesta quarta-feira (15), as atividades do Projeto Criança no Trânsito, que envolve alunos do 2º ano das redes pública e privada. Nesta etapa, a iniciativa, desenvolvida pelo Departamento Beltronense de Trânsito (Debetran) em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, realiza aulas teóricas e práticas no Espaço Público de Trânsito, localizado no Parque de Exposições Jayme Canet Jr.
Durante as atividades, os estudantes aprendem sobre comportamento adequado como pedestres, ciclistas e passageiros. A primeira turma participante é formada por alunos da Escola Municipal Maria Basso Dellani, com cerca de 25 estudantes. As atividades ocorrem semanalmente, com duas a três aulas, integrando o conteúdo trabalhado em sala de aula com vivências práticas no espaço de trânsito.
Previsão é atender mais de 1.500 alunos
Ao longo de 2026, a previsão é atender mais de 1.500 alunos de cerca de 26 escolas do município. O projeto também inclui a distribuição de material didático específico e a formação continuada de professores, fortalecendo o ensino da educação para o trânsito desde os primeiros anos escolares.
De acordo com o diretor do Debetran, Rudi Czerniaski, o trabalho busca formar cidadãos mais conscientes desde a infância. “O aprendizado que eles têm aqui, aliado ao conteúdo em sala de aula, faz a diferença desde cedo. Todos aqueles que conseguimos conscientizar deixam de ser números nas estatísticas e passam a contribuir para um trânsito mais seguro”, destacou.
Ele também ressalta o papel das crianças como agentes de mudança dentro das famílias. “Muitos pais são sensibilizados pelos filhos. Precisamos reforçar a consciência no trânsito, respeitar as regras e evitar comportamentos que colocam vidas em risco”, afirmou.
A agente de trânsito Carla Rotta explica que o projeto é estruturado em etapas que envolvem toda a comunidade escolar. “Iniciamos com a formação de professores, seguida pela entrega de material didático aos alunos e, na sequência, as aulas no Espaço Público de Trânsito. Aqui, as crianças vivenciam situações reais e aprendem, na prática, sobre segurança”, pontuou. Segundo ela, os estudantes se tornam multiplicadores das boas práticas. “Eles levam esse conhecimento para dentro de casa, contribuindo para a construção de uma cultura voltada à preservação da vida”, completou.
Fonte: Assessoria
Foto: Assessoria

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