Cabo Poliana nem imaginava ser policial. Formada em Ciências Contábeis, ela trabalhava na empresa do pai, quando a influência da família do então namorado, hoje esposo, mudou completamente o rumo da vida profissional.
"Meu sogro é policial aposentado, tenho outros parentes também que são, e foi a partir daí que começou a surgir o interesse. Fiz o concurso em 2013, passei e estou aí até hoje, nesses 12 anos", contou Poliana.
Entre a formação na escola da PM e o trabalho desenvolvido no 19º Batalhão, em Toledo, foram 12 anos fora de Cascavel.
A cabo Poliana Pereira de Lima fez um curso de cinotecnia em Curitiba. Foram 33 dias de aprendizado, o que a capacita para trabalhar no Choque Canil, na lida do dia a dia com os animais da corporação.
Isso mostra a afinidade que a cabo Poliana já tem com a Aversa, cachorra da raça pastor-belga, de cinco anos de idade, especialista em farejar entorpecentes.
Um reforço e tanto para o Pelotão de Choque, criado como GOI (Grupo de Operações Especiais) em 1991, força tática do 6º Batalhão, que, pela primeira vez, terá uma mulher como integrante da equipe.
"Ao longo dos 35 anos, que serão completados em agosto deste ano, a gente nunca teve a participação de uma policial feminina no Pelotão, a cabo Poliana. Ela é capacitada, especializada no curso de cinotecnia, que habilita o policial a ser condutor do cão, então ela já vem com essa bagagem de especialização", disse o tenente Rafael de Jesus, comandante do Pelotão de Choque.
Fonte: CATVE/EPC
Foto: CATVE

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