A família de Valdemir Maschio autorizou a doação de órgãos após sua morte, permitindo que três pessoas que aguardavam na fila de transplante recebessem uma nova chance de vida.
O gesto foi destacado em homenagem póstuma como um ato de solidariedade diante da perda.
Foram doados o fígado e os dois rins, órgãos essenciais para pacientes em estado grave que dependiam do transplante para sobreviver. A decisão familiar possibilitou que os procedimentos fossem realizados, beneficiando diretamente três receptores.
Segundo a homenagem divulgada, a autorização foi tomada como uma forma de transformar o luto em esperança para outras famílias. O ato foi descrito como uma demonstração de amor ao próximo, capaz de gerar vida mesmo após a morte.
A iniciativa também reforça a importância da doação de órgãos, considerada fundamental para reduzir as filas de transplante e salvar pacientes que aguardam por compatibilidade. Cada doador pode beneficiar várias pessoas, dependendo dos órgãos viáveis.
Fonte: Jornal Razão
Foto: Jornal Razão

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