Desde o fim de 2025, a biometria é obrigatória para novos pedidos de benefícios do INSS como parte de uma medida para reforçar a segurança e combater fraudes. No entanto, a exigência não vale, por enquanto, para alguns grupos específicos.
Segundo o INSS, aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios não precisam tomar nenhuma medida neste momento.
“Quem já é aposentado, pensionista ou recebe algum auxílio não precisa tomar nenhuma medida imediata”, informa o INSS.
A implantação da biometria do INSS será feita de forma gradual e caso seja identificada a necessidade de atualização biométrica no futuro, o cidadão será comunicado individualmente e com antecedência, para providenciar a CIN (Carteira de Identidade Nacional), sem impacto no recebimento dos valores.
A regulamentação prevê situações específicas em que a exigência é temporariamente dispensada, enquanto o poder público não oferecer alternativas adequadas para esses grupos.
Confira quem está dispensado:
Pessoas com mais de 80 anos;
Pessoas com dificuldade de deslocamento por motivo de saúde (com comprovação);
Moradores de áreas de difícil acesso, como comunidades ribeirinhas atendidas pelo PREVBarco;
Migrantes, refugiados e apátridas;
Brasileiros residentes no exterior.
Pessoas que moram em locais de difícil acesso estão dispensados da obrigatoriedade
E dispensados temporariamente, quem solicitar os seguintes benefícios até 30 de abril de 2026:
Pessoas que requererem salário maternidade;
Pessoas que requererem benefício por incapacidade temporária;
Pessoas que requererem pensão por morte;
Caso não se encaixe em nenhum dos grupos dispensados, a orientação é ficar atento ao calendário oficial para realizar a biometria do INSS dentro do prazo e não perder o benefício.
De acordo com o INSS, a implantação da biometria seguirá de forma progressiva e não haverá cortes, suspensões ou bloqueios automáticos para quem já recebe benefícios regularmente.
Fonte: ND+
Foto: Sejusc/AM/ND Mais

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