Guarda-vidas sofre traumatismo craniano após ser atacado por homem com barra de ferro

Foto: Jornal Razão

Uma tentativa de homicídio foi registrada no início da tarde desta terça-feira (14) na região dos molhes da Atalaia, no bairro Cabeçudas, em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina.

De acordo com informações da Polícia Militar, uma guarnição do 1º Batalhão foi acionada após a denúncia de que um homem havia sido violentamente agredido com uma barra de ferro e que o autor do ataque estava contido por populares no local.

Ao chegarem, os policiais encontraram equipes do Corpo de Bombeiros, que já prestavam atendimento à vítima. O homem ferido trabalha como guarda-vidas e sofreu lesões graves na região do pescoço, cabeça e interior da boca, com intenso sangramento. Ele apresentava sinais claros de confusão mental e perda de memória recente, não conseguindo relatar o que havia ocorrido nem lembrar que estava em serviço no momento da agressão.

Segundo o relato de uma testemunha que trabalha como ambulante na região, o ataque ocorreu de forma repentina e pelas costas. O agressor teria desferido um golpe com a barra de ferro enquanto a vítima estava de costas, atingindo o pescoço e parte da cabeça. Após cair desacordada no chão, a vítima ainda teria sido alvo de uma nova tentativa de agressão, que só não se concretizou devido à intervenção de pessoas que estavam no local.

Após a ação, o suspeito tentou fugir em direção ao estacionamento, mas foi contido por outro guarda-vidas e por populares até a chegada da Polícia Militar. A barra de ferro utilizada no ataque foi apreendida.

Diante da gravidade dos ferimentos, a vítima foi encaminhada ao Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen, onde permanece internada. Conforme informações apuradas, a equipe médica está avaliando a extensão do traumatismo cranioencefálico (TCE) sofrido pela vítima.

O suspeito recebeu voz de prisão em flagrante pelo crime de tentativa de homicídio e foi encaminhado à Central de Plantão Policial, onde foram adotados os procedimentos legais. O caso será investigado pela Polícia Civil, que apura as circunstâncias e a motivação do ataque.

Fonte: Jornal Razão