Operação Sentinela prende suspeitos e avança na investigação de homicídio no Paraná

Imagem: Polícia Civil

Na manhã de terça-feira (6), a Operação Sentinela, conduzida de forma conjunta pela Polícia Civil do Paraná e pela Guarda Municipal, trouxe novos desdobramentos sobre o homicídio de Lucas Gabriel Marcondes de Lima, de 22 anos, ocorrido em 12 de dezembro de 2025, no bairro Ipê, em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba.

Durante a ação, foram cumpridos três mandados de prisão e seis mandados de busca e apreensão, todos relacionados ao inquérito que apura o assassinato. As investigações apontam que a vítima foi atraída até o portão de sua residência sob o pretexto de uma negociação de entorpecentes. No local, Lucas Gabriel foi executado a tiros, em um crime que, segundo a polícia, foi premeditado e caracterizado como emboscada.

O avanço das investigações se deu a partir da análise de imagens de câmeras de segurança, que registraram a chegada dos suspeitos em uma motocicleta azul. Conforme apurado, um dos envolvidos desceu do veículo armado e efetuou os disparos no momento em que a vítima saiu para atender ao chamado. Enquanto isso, o condutor da motocicleta deu a volta na quadra e retornou em seguida para resgatar o atirador.

Com base nas diligências, a polícia identificou dois executores, que foram presos durante a operação, e o suposto mandante do crime, um homem de 24 anos investigado por liderar o tráfico de drogas na região do bairro Ipê. Este último permanece foragido.

No cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam a arma utilizada no crime, uma pistola calibre 9mm, além de grande quantidade de drogas, dinheiro em espécie e peças da motocicleta usada na ação, que teria sido descartada após o homicídio.

Os presos negam envolvimento no crime. Os celulares dos investigados foram apreendidos e serão submetidos à perícia. As investigações prosseguem para elucidar todos os detalhes do caso e localizar o suspeito foragido. A Polícia Civil solicita a colaboração da população com informações que possam contribuir para a prisão do mandante.

Fonte: CGN