O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) negou o pedido de habeas corpus e manteve a prisão do técnico de enfermagem José Carlos da Silva Santos, condenado por matar o agiota Fernando Luiz Raymundo, para quem estava devendo R$ 10 mil. O crime aconteceu dentro do Hospital São Paulo, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, em julho de 2015.
Na ocasião, José Carlos foi preso em flagrante, mas respondeu ao processo em liberdade. Em julho deste ano, ele foi condenado a 14 anos de prisão por homicídio duplamente qualificado e voltou a ser detido, após um decreto de prisão imediata, na Penitenciária de Taquarituba, no interior paulista.
Segundo o Ministério Público de São Paulo (MPSP), o agiota frequentava o hospital, onde José trabalhava havia 28 anos, e emprestava dinheiro para funcionários, além de receber “serviços médicos informais”, sem que fossem abertas fichas de atendimento.
Na noite de 6 de julho de 2015, Fernando telefonou para José Carlos e combinou de ir ao hospital para tratar de uma dor de estômago. A vítima teria pedido para receber medicamento, sem prescrição, no terceiro andar do hospital, no ambulatório de triagens de pacientes, que estava vazio. Após o procedimento, o agiota pretendia cobrar dívidas de funcionários da unidade, conforme o depoimento do técnico de enfermagem.
Fonte: Metrópoles 
Foto: Reprodução/Google Street View

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