Dois homens são presos suspeitos de participar de chacina que matou seis paranaenses em SC

 Dois homens são presos suspeitos de participar de chacina que matou seis paranaenses em SC

Foto: Reprodução

A Polícia Civil confirmou nesta quinta-feira (19) que dois homens foram presos por suspeita de participar da chacina que matou seis pessoas, que tiveram os corpos carbonizados dentro de um veículo encontrado numa área de mata em Joinville, cidade mais populosa de Santa Catarina. O crime aconteceu em 8 de janeiro e chocou a cidade pela violência.

Os dois presos foram levados para prestar depoimento na Delegacia de Homicídios. Eles são os primeiros detidos pelo crime ocorrido contra as vítimas, que eram naturais do Paraná e moravam na mesma casa, uma espécie de alojamento da empresa onde trabalhavam.

Os nomes dos detidos, assim como a relação entre eles, não foram informados pela polícia. Antes dos presos, a investigação havia ouvido familiares das vítimas.

O delegado do caso, Dirceu Augusto Silveira Júnior, acredita que a motivação para o crime pode ter relação com uma discussão em via pública que envolveu um dos moradores da casa das vítimas. O teor da briga não foi divulgado.

Depois disso, segundo a investigação, as vítimas tiveram a casa onde moravam invadida e, posteriormente, incendiada. O imóvel era alugado.

Além das seis pessoas que morreram, outros quatro moradores do Paraná estão envolvidos no caso, totalizando 10 vítimas. Destas, três conseguiram fugir dos suspeitos. Uma está desaparecida.

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Cronologia da chacina

Inicialmente, na madrugada do domingo (8), os criminosos – ainda não se sabe o total de autores – teriam invadido a residência, onde moravam as 10 pessoas, espancado os moradores, os retirado da casa e em seguida atearam fogo no imóvel.

No local, havia três carros pertencentes à empresa e que foram usados para transportar as vítimas até a área onde o Fiat Uno com os mortos foi encontrado. Os outros veículos foram abandonados perlo caminho.

As vítimas vieram do Paraná para trabalhar em uma empresa terceirizada que prestava serviços para a Celesc, estatal de Santa Catarina do setor elétrico. Os carros da empresa que estavam na casa estavam identificados com o nome Empreiteira Zermiani.

Fonte: G1

Beltrão Agora

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